O recado é o seguinte: são os valores que estão em jogo.
Um exemplo de post parcial é este meu.
Pois sou fã da marca. Porém, justo.
Vou reproduzir um memorando do Tim Cook enviado para a galera que ele lidera.
Achei a mensagem na medida. Uma clara satisfação que ele presta aos seus talentos internos, aquela gente que dá duro para ser inovadora a níveis que só vamos descobrir e curtir muito tempo depois.
Este iPhone, que está aí na sua mão, o iPad na bolsa, o iPod no bolso, os Mac de mesa e de colo, todos eles são uma manifestação dos talentos excepcionais da Apple. De seu pessoal. Sua gente. Os geradores de valor.
(Ei! Eu sou a empresa mais valiosa do mundo e isso quer dizer alguma coisa.)
O confortável em marcar posição na redação desse post é saber que a justiça julgou um caso em que tanto Samsung quanto a empresa da maça tiveram amplas condições de se defenderem.
Expuseram seus argumentos. Apontaram as evidências. Provas. Mecanismos sutis e escancarados de comprovação da anterioridade de uma patente.
Sentença anunciada, causa ganha pela Apple e um caixa mais robusto 2 bilhões e tanto de dólares.
Mas não é a grana (claro que é, pergunte aos acionistas!) que está em discussão, quem roubou o quê, quem lucrou com o quê, quem vai perder feio a queda de braço. Não, eu digo, não. É mais que grana: é uma exigência de respeito a originalidade de uma ideia e a velocidade com que você a registra como sua.

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