DEI DE CARA

Maio 23

Ótimo!

Maio 22

- O quê?
(Perguntas abertas. Mães da criatividade.)

- O quê?

(Perguntas abertas. Mães da criatividade.)

Não saia de casa sem ele.

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“Quem ama, quer estar junto. A dois, justamente pela força da conexão que ainda existe, mesmo em dias em que o sinal anda fraco e a gente acaba por não captar tão bem a sintonia… Quem ama, aprende. Ensina a si mesmo a respirar profundamente antes de descarrilhar emoções adversas, a contar até um milhão se for possível, a fazer da paciência uma aliada ao amor, porque só dessa maneira é possível funcionar em dupla. Quem ama pensa em futuro. E por pensar, diz… Escolhe conservar sonhos futuros e não deixa certezas ruírem aos poucos e daqui uns meses sobrem apenas ódio, nojo, indiferença. Quem ama se preocupa… Tenta andar na linha para que brigas eternas não se repitam e gerem apenas choradeira e rancor. Quem ama, sofre. Machuca ter e não estar bem… Quem ama se desespera. Sai um pouco de si porque a simples ideia de perder alguém que na prática não nos pertence mais é exasperador.” —

Por Camila Paier, que sabe que amar machuca, mas também cura.

Das lembranças mais vivas que tenho suas, esta é a mais recorrente.
O trânsito entra a consciência e a alteração dos sentidos.
Como se permanentemente houvesse necessidade de estar dormente para gozar sem culpas de cada encontro presente.
Para não ter que encarar todas os impedimentos. As transgressões.
Para não ter que se dar conta do proibido. O condenável.
Para não ter que assumir o novo. O vigente.
Os olhos só chapam quando não querem enxergar.
A realidade não aceita colírios.
Ela é o que é.
Contigo, encerrada em cinzas.

Das lembranças mais vivas que tenho suas, esta é a mais recorrente.

O trânsito entra a consciência e a alteração dos sentidos.

Como se permanentemente houvesse necessidade de estar dormente para gozar sem culpas de cada encontro presente.

Para não ter que encarar todas os impedimentos. As transgressões.

Para não ter que se dar conta do proibido. O condenável.

Para não ter que assumir o novo. O vigente.

Os olhos só chapam quando não querem enxergar.

A realidade não aceita colírios.

Ela é o que é.

Contigo, encerrada em cinzas.

Eu, Rio.
Eu rio.
Rio, de janeiro a dezembro.

Eu, Rio.

Eu rio.

Rio, de janeiro a dezembro.

Poltrona Charles Eames: um convite ao descanso?
Não, um convite a leitura.
Posso dar uma sugestão?
CLIQUE (do original The Click Moment), de Frans Johansson - como nascem as grandes ideias.
A resposta? Por absoluta aleatoriedade. Por mais que se planeje. Por mais que se queria “emprestar” um quê de racionalidade à ação, mesmo que resultado direto de uma reflexão post hoc.
O sucesso pode acontecer a qualquer momento. Fruto do acaso, que rege nossas vidas.
Pertubador? Não, científico.
Vale a leitura.
Rápida, curiosa, esclarecedora.
Editora Portfolio Penguin. 40 reais.

Poltrona Charles Eames: um convite ao descanso?

Não, um convite a leitura.

Posso dar uma sugestão?

CLIQUE (do original The Click Moment), de Frans Johansson - como nascem as grandes ideias.

A resposta? Por absoluta aleatoriedade. Por mais que se planeje. Por mais que se queria “emprestar” um quê de racionalidade à ação, mesmo que resultado direto de uma reflexão post hoc.

O sucesso pode acontecer a qualquer momento. Fruto do acaso, que rege nossas vidas.

Pertubador? Não, científico.

Vale a leitura.

Rápida, curiosa, esclarecedora.

Editora Portfolio Penguin. 40 reais.

Os recursos, ao fim e ao cabo, continuam humanos.

Se está se submetendo ao curso interno de uma empresa tendo em vista uma futura contratação, você não é um estagiário, mas um “trainee”. Deve haver alguma diferença. Talvez os “trainees”, depois de aprovados, ganhem mais que os estagiários.

Claro que, se você for um “jovem com grande potencial de desenvolvimento”, poderá pular a condição de “trainee” e ir direto para um processo de “mentoring”. Segundo leio, “mentoring” significa “ajudar o talento a desenvolver habilidades que serão decisivas na vida profissional, a entender os valores da empresa e a aprimorar seu relacionamento com a cúpula da organização”.

E se já não for tão jovem e estiver apenas vivendo uma crise profissional? Digamos, você odeia seu emprego, despreza o chefe e quer sumir dali, mas não vê nenhuma perspectiva, nem o mercado o está disputando a dentadas. Nesse caso, só o “coaching” o salvará. E o que é “coaching”? Também segundo leio, “é um acordo entre o coach’ (o profissional) e o coachee’ para atingir um objetivo desejado pelo cliente”. Ou seja, aquilo que, até outro dia, se chamava orientação profissional.

Quem sabe a empresa dos seus sonhos é uma de “factoring”? “Factoring’”, idem, “é uma atividade que consiste na prestação de serviços de apoio às pequenas e médias empresas, conjugada com a compra de direitos creditórios originados de vendas mercantis realizadas por sua clientela”. Uma empresa de “factoring”, já se vê, não pode se limitar a “trainees”. Precisa de “mentoring” e “coaching”.

E vá por mim: conta ponto junto aos chefes você ser um “foodie” —um aficionado de grandes pratos em grandes restaurantes. Mas importante mesmo, no mundo corporativo, é saber o que é “trainee”, “mentoring”, “coaching”, “factoring” e “foodie”, e usar essas palavras sem ficar vermelho ou rir.

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Por Ruy Castro, para a Folha de São Paulo, em VOCÊ É UM FOODIE?

Maio 21

Super likes.

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Sinto que sou um homem de princípios.

Mas que ele está com uma cara suspeita, está!
Vou ligar para esse numéro e buscar referências.
Vai que…

Mas que ele está com uma cara suspeita, está!

Vou ligar para esse numéro e buscar referências.

Vai que…

Maio 20

Eu sempre volto.
Agradecido por ter você como companhia.
Obrigado.
Mesmo.

Eu sempre volto.

Agradecido por ter você como companhia.

Obrigado.

Mesmo.

Para relações assim, haja energia!

Para relações assim, haja energia!

Qualquer fragmento da Marilyn é um todo.

(Foto tirada no metrô de Nova Iorque. Quem a flagra é Ed Feingersh. Parece capturar uma surpresa. Seu rosto se pronuncia. O olhar, buscando algo. Será que o trem havia se anunciado na linha? Talvez. Mas ela sabia da presença do fotógrafo. Um típico jogo celeb-paparazzi, já naquela época. Ed fez esta e mais outra dezena de fotos da Marilyn circulando pela cidade. O ano, 1955 - sem saber que só lhe restariam mais sete).

- Juro por Deus!

- Juro por Deus!